Revista Diário - 14ª Edição - Março 2016

Revista DIÁRIO -Março 2016 - 3 DaRedação Que pena! LUIZMELO Diretor Superintendente ZIULANAMELO Diretora de Jornalismo Circulação simultânea emMacapá, Belém, Brasília e outras capitais. Os conceitos emitidos em artigos e colunas são de responsabilidade dos seus autores, e nemsempre refletema opinião desta Revista. Suas publicações são como propósito de estimular o debate dos problemas amapaenses e do país. A Revista Diário busca levantar e fomentar debates que visema solução dos problemas amapaenses e brasileiros, e também refletir as diversas tendências do pensamento das sociedades nacional e internacional. • Projeto Gráfico/ DTP: More-AI (Jo Acs/ Mozart Acs). DOUGLAS LIMA Editor Chefe LUCIANAMELO Diretora Comercial MÁRLIOMELO Diretor Operacional LuizMelo Diretor Superintendente E-mail : luizmello.da@uol.com.br Todos os dias das 7h às 9h na Rádio Diário FM, e na coluna From, página 3 do Jornal Diário do Amapá. DIÁRIO COMUNICAÇÕES LTDA. C.N.P.J (MF) 02.401.125/0001-59 Administração, Redação e Publicidade: Avenida Coriolano Jucá, 456 - Centro - CEP 68906-310 - Macapá (AP) Fone (96) 3223-2779. E-mail: diario-ap@uol.com.br Brasil está mergulhado numa enorme crise gerada pela insensatez da classe política que se deixou ou ainda se deixa levar pelos maus caminhos do uso das suas ativida‐ des para benefício próprio em detrimento do povo para quem verdadeiramente trabalha ou deveria trabalhar. Incrível, mas verdadeiro, as três maiores autoridades do país se veem com problemas de toda ordem, ilegais principalmente, não tendo tempo para tratar das decisões de suas alçadas, tão preocupadas em livrar a própria pele de processos de impeachment, expulsão de partido, perda de mandato e inelegibilidade, fruto das escorregadas, pedaladas, tra‐ palhadas e os raios que os partam que praticaram. A situação de Dilma Rousseff, Eduardo Cunha e Renan Calheiros ajudou a colocar o Brasil nesta crise que não é só política, mas de toda ordem – econômica, financeira, social, moral e ética, etc. Então, o que fazer? Achar um meio de o país mudar o foco desta desalentora con‐ dição seria o correto. O pior desta crise é que ela também emprenhou a classe política de cada unidade federativa brasileira. O Amapá, por exemplo, vê‐se às voltas com 21 dos 24 deputados estaduais enrascados na Justiça sob acusação da prática dos mais variados crimes relativos ao trato das coisas públicas. No âmbito da Câmara dos Deputados, quatro dos oito parlamentares do estado também estão envolvidos até ao pescoço com a Justiça. Um pena! Enquanto isso, no meio do povo ainda se tem a boa lembrança do amor de Sacaca pela natureza; um Amapá que consegue colher a maior quantidade de grãos, de todos os tempos, em que pese não po‐ der ainda usufrir dessa produção; e a alegria de uma sociedade que ainda, apesar dos pesares, acredita que dias melhores virão, e que jus‐ tiça venha a ser feita aos que a envergonham, em vez de orgulhá‐la. Tenha uma boa leitura. ● O REVISTA

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