Revista Diário - 15ª Edição - Abril 2016

Revista DIÁRIO - Abril 2016 - 3 DaRedação De confusão em confusão LUIZMELO Diretor Superintendente ZIULANAMELO Diretora de Jornalismo Circulação simultânea emMacapá, Belém, Brasília e outras capitais. Os conceitos emitidos em artigos e colunas são de responsabilidade dos seus autores, e nemsempre refletema opinião desta Revista. Suas publicações são como propósito de estimular o debate dos problemas amapaenses e do país. A Revista Diário busca levantar e fomentar debates que visema solução dos problemas amapaenses e brasileiros, e também refletir as diversas tendências do pensamento das sociedades nacional e internacional. • Projeto Gráfico/ DTP: More-AI (Jo Acs/ Mozart Acs). DOUGLAS LIMA Editor Chefe LUCIANAMELO Diretora Comercial MÁRLIOMELO Diretor Operacional LuizMelo Diretor Superintendente E-mail: luizmello.da@uol.com.br Todos os dias das 7h às 9h na Rádio Diário FM, e na coluna From, página 3 do Jornal Diário do Amapá. DIÁRIO COMUNICAÇÕES LTDA. C.N.P.J (MF) 02.401.125/0001-59 Administração, Redação e Publicidade: Avenida Coriolano Jucá, 456 - Centro - CEP 68906-310 - Macapá (AP) Fone (96) 99165-4286 E-mail: diario-ap@uol.com.br unca o Brasil esteve tão confuso, como agora. Nem mes‐ mo na época das capitanias hereditárias foi assim, quan‐ do houve o fatiamento do litoral da então colônia portu‐ guesa a favor de ‘senhores’ com os mais diversos interes‐ ses e modos de pensar. Hoje, temos 27 unidades federativas geograficamente apaziguadas e politicamente organizadas. Somos uma Re‐ pública Federativa com tudo pra dar certo, mas a realida‐ de é outra. Nada dá certo neste país, de tudo a confusão toma conta. A pessoa comum, nem mesmo a influente, fica desorientada com o turbilhão de notícias, informações, desinformações e (in)decisões que tomam conta de todos os lugares, enquanto a economia decai, a moral evapora, a ética é melindrada e a política fica muito mais desacreditada. No Amapá, por exemplo, ninguém sabe em quem acreditar na ques‐ tão da tão falada exportação de grãos do Centro‐Oeste pelo Porto de Santana. Sabe‐se que um grande projeto está sendo executado em ní‐ vel federal para a condução módica do milho e da soja daquela região até o exterior. Tal projeto exclui o porto amapaense. Mesmo com essa exclusão já largamente conhecida, ao silêncio da classe política local, uma empresa se arvora em anunciar que tendo as Docas de Santana como entreposto, logo começará a tão sonhada vocação amapaense no campo dos grãos. Confusão semelhante ocorre no setor mineral. Desde os primórdios da exploração do subsolo amapaense, que nada segue tranquilo nessa área. Empresas extraem a riqueza, ficammais ricas e vão embora, dei‐ xando no estado apenas buracos e pobreza. E assim, de confusão em confusão, o povo fica ainda mais confuso, os políticos se confundem entre si... E o Amapá continmua assim, um dos últimos do país ou, quem sabe, o último, mesmo. Boa leitura. ● N REVISTA

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