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Revista

DIÁRIO

- Junho 2015 -

3

DaRedação

Apesar dos

necrochorumes,

a vida prevalece

LUIZMELO

Diretor Superintendente

ZIULANAMELO

Diretora de Jornalismo

Circulação simultânea emMacapá, Belém, Brasília e outras capitais. Os conceitos emitidos em artigos e colunas são de responsabilidade dos seus

autores, e nemsempre refletema opinião desta Revista. Suas publicações são como propósito de estimular o debate dos problemas amapaenses

e do país. A

Revista

Diário

busca levantar e fomentar debates que visema solução dos problemas amapaenses e brasileiros, e também refletir as

diversas tendências do pensamento das sociedades nacional e internacional. • Projeto Gráfico/ DTP: More-AI (Jo Acs/ Mozart Acs).

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LuizMelo

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Todos os dias das 7h às 9h na

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e na coluna

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página 3 do Jornal

Diário do Amapá.

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stado mais preservado ecologicamente e beneficiário

dos dois maiores rios domundo, o Amazonas e o Ham‐

za, esse segundo correndo no subsolo, o Amapá, mais

precisamente a capital, Macapá, se vê agora comos seus

lençóis freáticos comprometidos pela ação de necro‐

chorumes. Até aí, tudo relativo, afinal a vida é mesmo

assim: nem tudo flores nem tudo espinhos.

O que se questiona é o aparecimento de problema

como esse de necrochorumes. Por que deixá‐lo aconte‐

cer? As autoridades não sabemque dos cadáveres se esvaem esse

líquido poluente? Mas a indefectível vista grossa de nós todos to‐

lera tudo e por que não, também, “santa” ignorância!, a superpo‐

pulação dos cemitérios.

A par do problema com lençóis freáticos surge no estado, talvez

pela primeira vez de forma bemmais ampla, a questão da queima

de corpos eufemisticamente chamada cremação. É sacrilégio quei‐

mar um ente querido até que ele vire pó? “Fostes feito do pó e ao

pó voltarás”, estabelece o ditame bíblico. Mas para os cristãos a fra‐

se é translúcida – só vale o retorno para o pó, se o corpo estiver no

seio da Terra.

Enquanto isso, a vida flui na face do planeta, neste meio do

mundo que, como emqualquer lugar, temos seus problemas ema‐

zelas, mas também soluções e coisas belas, como o nosso Mister

International Salorran Campos e o casal Fabiano Augustin. E o pró‐

prio estado e sua história, como escreve a turismóloga Nira Brito.

Boa leitura.

Sejam bem-vindos, caros leitores.

Luiz Melo

E

REVISTA